em todos os canais  

Seu bebê

Mitos da gravidez: Não acredite em tudo que dizem por aí!
Araçatuba, 21 de outubro de 2006 - 20h02
Muitas dúvidas são esclarecidas com o médico, outras podem ficar ser resposta porque o casal tem medo ou vergonha de perguntar
seta Muitas dúvidas são esclarecidas com o médico, outras podem ficar ser resposta porque o casal tem medo ou vergonha de perguntar

Busque informação confiável para ter uma gravidez tranqüila e sem medos

Dúvida, insegurança, medo e ansiedade são alguns dos sentimentos que acompanham os nove meses de gestação. Principalmente quando se trata do primeiro filho, não só a mãe, mas o pai também passa por um período de indagações: Será que a grávida pode fazer exercício físico? E pode ter relações sexuais normalmente? Será que está tudo bem com o bebê? Como será o parto?
 
Muitas dúvidas são esclarecidas com o médico, outras podem ficar ser resposta porque o casal tem medo ou vergonha de perguntar. Ou ainda, busca respostas nas experiências relatadas por amigos e parentes.

As informações passadas sem critérios, por pessoas leigas, mesmo que bem intencionadas, podem deturpar fatos e provocar receios descabidos. Cria-se mitos e explicações que não se aplicam a todos os casos. Acompanhe algumas afirmações comumente ditas e o grau de veracidade.

  • Mulher grávida não faz exame preventivo (Papanicolaou)
    Essa afirmação está totalmente incorreta. O Papanicolaou é um exame de rotina que previne o câncer de colo de útero. Ele deve fazer parte do pré-natal, principalmente se a mulher estiver há mais de um ano sem fazê-lo. Devido a maior fragilidade do útero durante a gravidez, o exame deve ser feito com mais cautela pelo médico.
     
  • O cigarro não faz tanto mal assim na gravidez quanto se ouve dizer
    Um único cigarro fumado pela gestante já pode acelerar os batimentos cardíacos do bebê, devido ao efeito da nicotina no aparelho cardiovascular do feto. Imagina então o prejuízo acumulado por dezenas de cigarros ao longo da gestação? O vício da mãe pode causar aborto espontâneo, nascimento prematuro, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, além da gestante que fuma ter mais chances de passar por complicações no parto.
     
  • Exercícios físicos durante a gravidez fazem mal
    Se a gestante não tiver problemas de saúde como alterações ortopédicas ou distúrbios cardiorrespiratórios, o exercício físico de intensidade leve a moderado é benéfico. A prática de alguma atividade física eleva a qualidade de vida, protege contra dores lombares, melhora o humor e a auto-estima e ajuda a controlar o peso, além de preparar a gestante para o esforço físico do trabalho de parto. A grávida sempre deve parar o exercício antes de chegar ao seu limite, ou seja, entes de se cansar. Esportes como basquete, vôlei e andar de bicicleta não são apropriados. A gestante só deve fazer exercícios físicos a partir do terceiro mês de gravidez, porque o primeiro trimestre é o período de maior risco de aborto.
     
  • É arriscado manter relações sexuais na gravidez
    Isso não é verdade. Se a gravidez está correndo bem, o casal não precisa deixar de fazer sexo. A vontade pode até aumentar. Não há perigo de machucar o bebê, ele está bem protegido na barriga, dentro da bolsa d’água. É importante saber também que durante as relações sexuais, o bebê tanto pode ficar quieto quanto se mover muito e que, na hora do orgasmo, é comum a barriga ficar dura. Mas, se a mulher sentir dor na barriga ou na vagina, tiver sangramento ou estiver com a bolsa d’água rompida não deve manter a relação. A partir do oitavo mês ou da 36ª semana, o sexo é proibido porque podem ocorrer dilatações do colo do útero. 
     
  • Se a grávida sangrar é porque está perdendo o bebê
    Essa afirmação não se aplica a todos os casos. Mas, qualquer perda de sangue durante a gravidez deve ser sempre comunicada ao médico. O sangramento no primeiro trimestre de gravidez ocorre em 30% de todas as gestações e, na maioria das vezes, não é sinal de aborto. Os chamados sangramentos fisiológicos podem ser só um indício da implantação do embrião no útero. No último trimestre de gravidez, o sangramento pode ser indício de descolamento da placenta, situação mais grave, ou pode, simplesmente, estar relacionado a pequenos rompimentos de vasos do colo do útero.
Fonte: Unimed do Brasil

Outras notícias  

Seu Plano, Sua Vida.
Unimed Araçatuba
Guia Médico on-line
 Copyright©2009 - Unimed de Araçatuba Cooperativa de Trabalho Médico
Todos os direitos reservados